Compreender o outro é considerar a sua singularidade; é concentrar-se no diálogo interior que se apresenta, e ocupar-se mais com a investigação da sua interioridade; é entende-lo como livre e autoconsciente e, vivencia-lo como pessoa que apresenta um modo único de ser e de realizar a sua performática no mundo.
Compreender o outro é ouvi-lo, profundamente, quando este diz "EU", e que deseja ser reconhecido como tal, levando em conta as suas peculiaridades – o que o torna único e, assim, complexo. Este lugar do "EU" é onde ele se reconhece, sua verdadeira morada, o próprio eu que atua em todas as suas experiências.
Compreender o outro é respeita-lo no seu sentido de existir, e lutar contra às instâncias que enquadram o individuo em "caixas pré-fabricadas", desconsiderando a sua singularidade.
Compreender o outro é ouvi-lo, profundamente, quando este diz "EU", e que deseja ser reconhecido como tal, levando em conta as suas peculiaridades – o que o torna único e, assim, complexo. Este lugar do "EU" é onde ele se reconhece, sua verdadeira morada, o próprio eu que atua em todas as suas experiências.
Compreender o outro é respeita-lo no seu sentido de existir, e lutar contra às instâncias que enquadram o individuo em "caixas pré-fabricadas", desconsiderando a sua singularidade.
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